#TBT: o vídeo do Investidor 4.20 que apresentou o Picnic ao Brasil

Hoje é dia de #TBT. E não tem como contar a história do Picnic sem voltar a março de 2024, quando um vídeo no YouTube colocou o nosso nome na frente de muito mais gente do que a gente imaginava na época.
O vídeo é o “Como comprar criptomoedas e Bitcoin da maneira correta?”, do canal Investidor 4.20, apresentado pelo Lucas Amendola. Publicado em 6 de março de 2024, foi o primeiro vídeo sobre o Picnic a viralizar, e até hoje tem gente que chega aqui dizendo “conheci vocês pelo vídeo do Lucas”.
O que o vídeo mostrava
O Lucas começou pelo básico, e foi isso que fez o vídeo funcionar tão bem para quem estava chegando no mercado cripto. Antes de falar de qualquer produto, ele explicou:
- Como o preço se forma: sempre existe alguém comprando e alguém vendendo do outro lado.
- O que são as chaves privadas: as criptomoedas nunca saem da blockchain; quem tem a chave é quem manda nelas.
- Por que as taxas importam: entrada, negociação e retirada somadas pesam muito em quem investe pouco.
- O risco de deixar tudo na corretora: “se a chave está com a corretora, a cripto não é sua”.
Só depois disso ele abriu o Picnic na tela e mostrou, ao vivo, o caminho completo: criou o acesso, fez um Pix, converteu reais em dólar digital e enviou para outra carteira, assinando cada operação com a própria carteira. A ideia que ele queria passar era simples: dá para comprar cripto com a facilidade de um app e continuar sendo o dono dos seus ativos. Se quiser se aprofundar nesse tema, a gente explica a diferença em corretora ou carteira própria: onde deixar sua cripto.
Do vídeo de 2024 ao Picnic de hoje
Rever o vídeo hoje é quase como abrir um álbum de fotos. A tela era outra, a lista de ativos era bem menor e muita coisa que hoje é rotina no app ainda nem existia. Na época, o Picnic era principalmente um jeito simples de entrar em cripto pelo Pix e manter o controle dos ativos, sem precisar lidar com taxa de gás a cada passo.
De lá para cá, o Picnic deixou de ser só uma porta de entrada. Chegou o cartão Visa, que conecta o saldo em dólar digital às compras do dia a dia e às viagens. A experiência também ganhou novas redes e caminhos para movimentar os ativos, enquanto o app passou a reunir, no mesmo lugar, o Pix, a conta em dólar digital e o cartão.
Outra mudança importante está em como a gente usa a própria carteira: hoje, as chaves de acesso (passkeys) permitem autorizar operações com a biometria do aparelho, sem precisar anotar uma frase de recuperação. Há também um fluxo de recuperação para quem troca ou perde o dispositivo. A tecnologia mudou bastante desde aquela gravação; a ideia que o Lucas destacou, não: facilidade de uso sem abrir mão do controle sobre o seu dinheiro.
As condições mostradas no vídeo eram as de março de 2024. Para ver como o Picnic funciona hoje, vale conferir o app ou o nosso Help Center.
Obrigado, Lucas
Todo projeto tem aquelas pessoas que acreditam nele antes de ele ser óbvio. O Lucas foi uma delas.
Em 2024, o Picnic ainda era um projeto pequeno, feito por um time pequeno, com um produto que muita gente nunca tinha visto. Colocar o próprio nome e a confiança de uma audiência construída em anos de canal num projeto nesse estágio não é pouca coisa. Ele testou, entendeu a proposta e apostou nela, e essa aposta ajudou a trazer muitos dos primeiros usuários do Picnic.
Por isso, neste #TBT, o recado é direto: obrigado, Lucas, por ter acreditado no Picnic tão cedo e por continuar sendo um grande parceiro nessa jornada. 💚
E se você é uma das pessoas que chegou aqui por causa daquele vídeo, obrigado também. Essa história é sua tanto quanto nossa.
A Picnic é uma plataforma de tecnologia que permite ao usuário interagir de forma autônoma com USDC, stablecoin emitida pela Circle, pareada ao dólar americano, em redes blockchain públicas. O USDC não é moeda de curso legal no Brasil.
A cotação exibida varia conforme condições de mercado e o valor final válido é o apresentado na tela de confirmação da transação. Criptoativos envolvem riscos, incluindo volatilidade e perda de paridade.
A Picnic não custodia ativos do usuário e não é instituição financeira ou PSAV. O envio e recebimento de valores em dólares para conta americana é realizado por meio de parceria com a Noah Savings Inc. Termos e condições se aplicam.
Dados verificados em abril de 2026.
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